Diversidade dos ministérios leigos
O
Concílio Vaticano II reconheceu uma pluralidade dos ministérios eclesiais de
uma forma um pouco tímida. Somente depois é que se desenvolveu uma teologia dos
ministérios mais globalizante de modo que não tratasse unicamente dos
ministérios ordenados, mas abrangendo todos os ministérios, inclusive os
assumidos pelos leigos.
Não
basta apenas reconhecer os diversos ministérios exercidos pelos leigos, mas
devem ser valorizados na sua diversidade. Não há uma vocação leiga única.
Conforme admoestação de Pedro, na Igreja todos somos responsáveis uns pelos
outros e pela evangelização. Todos são chamados a colocar seus dons (carismas)
a serviço dos outros. “Todos vós, conforme o dom que cada um recebeu,
consagrai-vos ao serviço uns dos outros” (Pd 4,10).
Podemos
agrupar a diversidade dos ministérios leigos da seguinte maneira:
a)
Ministério de Administração (conselho administrativo, pastoral do dízimo,
comissão de eventos e promoções, etc.);
b)
Ministério de Animação (animadores de comunidades, de grupos, etc.);
c)
Ministério de Caridade (pastoral da caridade, vicentinos, pastoral da saúde,
pastoral dos moradores de rua, etc.);
d)
Ministério de Coordenação (coordenadores de pastorais, grupos, etc.);
e)
Ministérios Litúrgicos (leitores, animadores, cantores, equipe de liturgia,
salmistas, etc.);
f)
Ministério da Palavra (catequistas, pregadores, educadores, animadores de
grupos de rua, etc.);
g)
Ministérios Pastorais (pastoral familiar, pastoral da juventude, etc.);
h)
Ministérios dos Sacramentos (ministros extraordinários do batismo, ministros
extraordinários da Sagrada Comunhão, da Bênção, da Palavra, etc.).
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